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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorSchapiro, Mario Gomes-
dc.date.accessioned2026-09-14T20:23:54Z-
dc.date.available2026-09-14T20:23:54Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.citationSCHAPIRO, Mario Gomes. Finanças verdes em democracias em chamas: como as políticas financeiras climáticas podem sobreviver ao negacionismo ambiental? Revista Direito GV , São Paulo, v. 22, e2624, 2026. 32 p.en_US
dc.identifier.urihttp://web.bndes.gov.br/bib/jspui/handle/1408/30447-
dc.descriptionDisponível também on-line em: https://www.scielo.br/j/rdgv/a/6M3rMgkh76GbRSjTFqG6zbp/?lang=pten_US
dc.descriptionA Revista Direito GV adota a licença Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY)en_US
dc.descriptionBibliografia: p. 24-31.en_US
dc.description.abstractThis article aims at assessing which institutional design can be more resilient to the emergence of climate denialist policies, in governments with an authoritarian tendency. It analyzes the decision-making Governance of two economic bureaucracies decisive for Brazilian climate policies—the Central Bank of Brazil (BCB) and the National Bank for Economic and Social Development (BNDES). The findings confirm the hypothesis that the bureaucracy’s administrative autonomy can play a counterweight role to climate denialist populism. The article shows that the BCB, which has had a regime of operational autonomy, has had greater resoluteness in its green prudential action, implementing new green agendas even in the Bolsonaro government—a climate denialist government. Instead, BNDES, which relies on a regime of greater decision-making freedom for the government, presented a reversal of its climate policies. However, this institutional formula has its limits: autonomous bureaucracies tend to have narrower mandates and, as a result, pursue less ambitious and transformative green policies. In other words, although the BCB has proven more resilient than the BNDES, its innovative policies are also less transformative—they are primarily prudential in nature. Ecological transformation requires broader, large-scale actions, which makes the narrow mandates typical of autonomous bureaucracies less suitable for such purposes.en_US
dc.format.extent32 p.en_US
dc.language.isopt_BRen_US
dc.publisherFGV Direito São Pauloen_US
dc.subjectBanco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Brasil)en_US
dc.subjectBanco Central do Brasilen_US
dc.subjectMudanças climáticas - Brasilen_US
dc.subjectMudanças climáticas - Política governamental - Brasilen_US
dc.subjectPolítica ambiental - Brasilen_US
dc.subjectDesenvolvimento sustentável - Brasilen_US
dc.subjectBrazilian Development Banken_US
dc.subjectClimatic changes - Brazilen_US
dc.subjectClimatic changes - Government policy - Brazilen_US
dc.subjectEnvironmental policy - Brazilen_US
dc.subjectSustainable development - Brazilen_US
dc.titleFinanças verdes em democracias em chamas : como as políticas financeiras climáticas podem sobreviver ao negacionismo ambiental?en_US
dc.title.alternativeGreen finance in burning democracies: how can climate financial policies survive environmental denialism?en_US
dc.title.alternativeFinanzas verdes en democracias en llamas: ¿Cómo pueden las políticas financieras climáticas sobrevivir al negacionismo ambiental?-
dc.typeArtigoen_US
dc.generoTextualen_US
dc.comunidadeBNDES em Focoen_US
dc.localSão Pauloen_US
dc.description.resumoEste artigo tem como objetivo avaliar desenhos institucionais resilientes à emergência de políticas negacionistas climáticas no segmento financeiro durante governos com propensão autoritária. Para isso, analisa a governança decisória de duas burocracias econômicas decisivas para as políticas climáticas brasileiras: o Banco Central do Brasil (BCB) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Os achados confirmam a hipótese de trabalho de que a autonomia administrativa da burocracia pode desempenhar papel de contrapeso ao populismo negacionista climático. O artigo mostra que o BCB, dotado de um regime de autonomia operacional, contou com maior resolutividade em sua atuação prudencial verde, implementando novas agendas verdes mesmo no governo Bolsonaro – um governo negacionista climático. No mesmo período, o BNDES, assentado em um regime de maior liberdade decisória para o governo, apresentou uma reversão de suas políticas financeiras climáticas. No entanto, há um limite para essa fórmula institucional: burocracias autônomas têm mandatos mais estreitos e, com isso, promovem políticas verdes menos ambiciosas e transformadoras. Isto é, embora o BCB tenha sido mais resiliente que o BNDES, o tipo de política implementada é também menos transformador, tratando-se de uma política de caráter prudencial. A transformação ecológica requer ações de maior envergadura, para as quais os mandatos estreitos típicos das soluções de autonomia burocrática são menos adequados.en_US
dc.description.resumenEl objetivo de este artículo es evaluar diseños institucionales resilientes frente a la emergencia de políticas negacionistas climáticas en el ámbito financeiro durante gobiernos con propensión autoritaria. Para ello, analiza la gobernanza decisoria de dos burocracias económicas decisivas para las políticas climáticas brasileñas: el Banco Central de Brasil (BCB) y el Banco Nacional de Desarrollo Económico y Social (BNDES). Los hallazgos confirman la hipótesis de Trabajo de que la autonomía administrativa de la burocracia puede desempeñar um papel de contrapeso frente al populismo negacionista climático. El artículo muestra que el BCB, dotado de un régimen de autonomía operacional, presentó mayor capacidad resolutiva en su actuación prudencial verde, implementando nuevas agendas verdes incluso durante el gobierno de Bolsonaro —un Gobierno negacionista climático. En el mismo período, el BNDES, asentado en un régimen de mayor libertad decisoria para el gobierno, experimentó una reversión de sus políticas financieras climáticas. No obstante, existe un límite para esta fórmula institucional: las burocracias autónomas poseen mandatos más estrechos y, con ello, promueven políticas verdes menos ambiciosas y transformadoras. Es decir, aunque el BCB haya sido más resiliente que el BNDES, el tipo de política implementada es también menos transformadora, tratándose de una política de carácter prudencial. La transformación ecológica requiere acciones de mayor envergadura, para lo cual los mandatos limitados, típicos de las soluciones de autonomía burocrática, resultan menos adecuados.en_US
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